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Nova ordem mundial

 Análise da charge – nova ordem mundial

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Fonte: Revelação Final

A charge acima é uma importante ferramenta para compreensão de importantes acontecimentos mundiais como a nova ordem mundial.

Fatores como os apresentados abaixo são essenciais para entendemos a charge:

Primavera Árabe

  • É o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida.
  • Países envolvidosEgito, Tunísia, Líbia, Síria, Iêmem e Barein.

Ditaduras derrubadas A onde de protestos e revoltas já provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório. A Síria foi o único país que até agora (12/03/2012) não conseguiu derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad

É interessante que a primavera árabe põe em cheque a politica externa de Washington para a região, e a liga árabe, liderada pela Arábia Saudita e pelo Catar assume um papel de destaque nesse conflito.

Quem os Estados Unidos apoia?

Ele apoia os rebeldes da Síria, isso se deu pelo fato quando o próprio Estados Unidos se opõem Bashar al-Assad e estado islâmico, pois o interesse desse país é que a Síria saia do poder , mais agora seus esforços estão concentrados na luta contra o estado islâmico, ademais em 2013 o estado islâmico reivindica território sírio, e por causa disso os Estados Unidos temem que eles se tornem uma ameaça contra a segurança dessa potencia e do mundo.

Característica da Síria:

  • 3° maior estoque de armas químicas
  • Armamento pesado
  • Grupos de ataques

 

Quem a Rússia apoia?

ArmasA própria independência da Síria, no século passado, passou por uma aproximação da União Soviética, a partir daí, Damasco se tornou um importante cliente da indústria de armamentos soviética. Isso faz com que, na Síria, existam alguns pontos destinados à indústria bélica russa.

InfluênciaA Primavera Árabe, série de revoltas iniciada em 2011 em países do Oriente Médio e do Norte da África, levou ao poder governos mais alinhados aos EUA e à Europa, afastando regimes próximos à Rússia. Quando os levantes começaram na Síria, Moscou decidiu intervir rapidamente para contê-los.

Relevância internacionalA Rússia vê a crise na Síria como uma oportunidade de voltar a ser um ator de peso nas mesas de negociação internacionais. A Síria, nesse sentido, é vista mais como um trampolim para a Rússia voltar a ser vista como um país relevante no cenário internacional.

Base militar: A Síria abriga a base militar de Tartus, única estrutura da Rússia no Mar Mediterrâneo, construída ainda à época da União Soviética. “Em 1971 um acordo uniu a Síria e a então União Soviética. A União Soviética ofereceu ajuda militar para Síria e em troca do acesso à base de Tartus, que fica no Mediterrâneo. A Síria se tornou uma das principais peças de acesso ao Mediterrâneo.

Combate ao terrorismo: Vladimir Putin, presidente da Rússia, vê no apoio à Síria o melhor instrumento na luta contra o Estado Islâmico. A Rússia tem menos dilemas morais que os EUA, e não vê problema em apoiar o governo de Bashar al-Assad. Putin tem uma visão realista, faz sentido apoiar o estado Sírio como alternativa das forças contra o Estado Islâmico. Para ele, pouco importa a questão humanitária, o problema é combater as forças terroristas.

Mar: A Rússia tem poucas saídas para o mar, por isso, a Crimeia e a Síria são bases importantes para saídas estratégicas. Além do mais, manter a influência russa nessa região é uma forma também de influenciar o Oriente Médio.

 

Objetivos

 

O objetivo do regime Sírio é controlar os rebeldes e acabar com as rebeliões, porem o objetivo dos rebeldes é contrario é derrubar o governo e o estado islâmico, e por sua vez a intenção do Estado islâmico reivindicar os territórios na região da Síria.

 

Quem controla o quê?

Regime sírio

O governo de Bahsar al-Assad controla cerca de 35% do país, incluindo áreas estratégicas como a capital Damasco, Homs e Hama, a costa e uma grande parte de Aleppo. 60% da população vive sob as leis do regime.

Grupo Estado Islâmico

Apesar das perdas desde 2015, o grupo controla cerca de 35% da Síria, a maior parte regiões inabitadas. Eles dominam a província de Deir Ezzor, na fronteira com o Iraque, e a província de Raqa. Também estão presentes em diversas outras regiões.

Curdos

Controlam 18% do território sírio, incluindo três quartos da fronteira entre o país e a Turquia. Eles declararam uma região federal nas áreas em que controlam.

 

Para entendermos a ligação da nova ordem mundial, e os acontecimentos atuais baixe o vídeo abaixo: clique no video abaixo:

 

guerra